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RENATA CORDEIRO



Cruyff – gênio dentro e fora do gramado

Um rapaz franzino com alma de revolucionário e um catorze nas costas. O construtor da lendária “Laranja Mecânica” dentro de campo e nas ideias trocadas com o técnico Rinus Michels foi Johan Cruyff, que deixou uma rica herança pra todos, mesmo pra aqueles que não o conheceram, não precisa ser parente não, precisa só amar o futebol bem jogado!
O cara não devia ser fácil. Poucos gênios são e ele era genial. Depois de passar pelo Ajax, seleção holandesa, Barcelona e Levante além dos americanos LA Aztecs e Washington Diplomats somou três Bolas de Ouro (1971, 73 e 74) além de campeão europeu três vezes com o time de Amsterdã e vice-campeão mundial pela Holanda em 74…

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Encantou espanhóis e ao cruzar as quatro linhas em direção ao banco conseguiu ser ainda mais brilhante! Foi em 1985, no Ajax que começou a carreira que seguiria no Barça por oito temporadas.
Tudo que você ama ver no Barcelona de Messi, Neymar e Soarez, foi semeado por Cruyff. O futebol total, de equipe, de posse de bola, que você acompanha com Pep Guardiola, nasceu dele, técnico campeão de quatro títulos seguidos no time catalão, campeão europeu pela primeira vez na história do time!
Isso aí! O cara é a semente de tudo o que você sonha pro seu time! Até mesmo a ideia, ainda pouco usada, de fazer com que os times venham, desde a base, desenhando esse jeito Barça de jogar.

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Foi esse gênio que nos deixou hoje.
Mas o futebol que nasceu dele vai ficar. Vai brotar nos pés de meninos ou nos planos de comandantes, mas vai ficar. Eternizado. Abençoado.
Cartilha de Cruyff:
“A velocidade é muitas vezes confundida com antecipação. Quando começo a correr antes dos outros, pareço mais rápido”.
“Só há uma bola, portanto você tem que tê-la”.
“De certa forma, provavelmente sou imortal”.

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